Skip to main content

You're using an out-of-date version of Internet Explorer.

To browse Academia.edu and the wider internet faster and more securely, please take a few seconds to upgrade your browser.

Joana Ziller
  • Departamento de Comunicação Social
    Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
    Av. Antônio Carlos, 6627 - Pampulha - Belo Horizonte - MG
    CEP 31270-901
Download (.pdf)
The article discusses the unique contributions of audiovisual records made by ordinary people during the “June Journeys” protests, which took over the Brazilian streets in June and July 2013. Comparing national TV coverage with the videos... more
The article discusses the unique contributions of audiovisual records made by ordinary people during the “June Journeys” protests, which took over the Brazilian streets in June and July 2013. Comparing national TV coverage with the videos made by protestors or by the alternative network Ninja Media, we draw on Jost’s concept of “violent scenes,” on Rancière’s discussion of distribution of the sensible and visibility, as well as Brazilian communication scholarship. We argue that ordinary people’s and Ninja Media’s “violent scenes,” as opposed to the “scenes of violence” shown by the national news, have particularly strong impacts on those who watch them because they spread easily via an engaged, connected audience. At the same time, violent scenes coexist with traditional media narratives, making visible a greater diversity of viewpoints and increasing the likelihood of contradiction.
Research Interests:
A partir de uma percepção de que a noção de mídia social é frequentemente adotada sem questionamento de seu significado, o artigo discute os termos mídia e social para entender os conceitos e seus desdobramentos. Para tal, se volta... more
A partir de uma percepção de que a noção de mídia social é frequentemente adotada sem questionamento de seu significado, o artigo discute os termos mídia e social para entender os conceitos e seus desdobramentos. Para tal, se volta à semiose peircena, especialmente às ideias de representação, determinação e mediação; à discussão foucaultiana de dispositivo; e à sociologia das associações proposta por Latour (2012), que baseia o desenho teórico do termo social, partindo das acepções de mediador e associação. Com base em tais
discussões, analisa brevemente sua relação com a noção de convergência (JENKINS, 2008), especialmente no que tange à ideia de associação, para entender ligações entre as mídias tradicionais, como a TV e os jornais, e as mídias sociais. Por fim, tendo como eixo a acepção de associação, aproxima as noções de mediação em ambientes comunicacionais tanto ao sentido peirceano de semiose, quanto à noção de social em Latour, buscando possibilidades de complementariedade, muito mais do que oposições.
Download (.pdf)
Download (.pdf)
A partir da constatação de que a Copa do Mundo da FIFA é um evento privado, o texto discute os eventos públicos que guardam alguma relação com a Copa, especialmente os protestos das Jornadas de Junho e o enfrentamento a eles. Aponta que... more
A partir da constatação de que a Copa do Mundo da FIFA é um evento privado, o texto discute os eventos públicos que
guardam alguma relação com a Copa, especialmente os protestos das Jornadas de Junho e o enfrentamento a eles. Aponta que a postura autoritária da FIFA encontra eco em muitas das instituições brasileiras que guardam relação com o evento.
Download (.pdf)
Download (.pdf)
O BH nas Ruas inaugurou, nas manifestações que tomaram conta das ruas no Brasil a partir de 2013, uma cobertura dos acontecimentos que funcionou colaborativamente, agregando novas formas de fazer jornalismo à feitura da cena política das... more
O BH nas Ruas inaugurou, nas manifestações que tomaram conta das ruas no Brasil a partir de 2013, uma cobertura dos acontecimentos que funcionou colaborativamente, agregando novas formas de fazer jornalismo à feitura da cena política das redes e ruas. Se conformou a partir de muitos constituindo-se como um espaço que estabelece novas formas de sociabilidade, identidade e valores.

No livro, a equipe do BHnasRuas detalha a construção e manutenção da cobertura implementada nas Jornadas de Junho. Voltados à contextualização e análise da experiência, tem prefácio dos professores Carlos d'Andréa e Joana Ziller e posfácio da professora Geane Alzamora.
"Trata da contraposição entre as informações imagéticas veiculadas pelo Jornal Nacional (JN) da Rede Globo, de 6 a 18 de junho, e o contraponto feito por parte daquelas que circularam em mídias sociais e serviços de redes sociais no mesmo... more
"Trata da contraposição entre as informações imagéticas veiculadas pelo Jornal Nacional (JN) da Rede Globo, de 6 a 18 de junho, e o contraponto feito por parte daquelas que circularam em mídias sociais e serviços de redes sociais no mesmo período, marcado por protestos iniciais das Jornadas de Junho em São
Paulo. Parte da análise semiótica do conjunto de imagens veiculadas pelo JN, contrapostas a registros videográficos de
indivíduos e grupos independentes. Conclui que a diversidade de fontes e pontos de vista desses registros evidencia uma possibilidade de maior riqueza informativa, o que traz à tona a
parcialidade da informação imagética do JN."
Download (.pdf)
O artigo discute a produção de registros audiovisuais por pessoas comuns e sua complexa dinâmica de circulação, de audiência e de construção da autoria, inclusive nas coberturas ao vivo. A discussão tem como base imagens produzidas nas... more
O artigo discute a produção de registros audiovisuais por pessoas comuns e sua complexa dinâmica de circulação, de audiência e de construção da autoria, inclusive nas coberturas ao vivo. A discussão tem como base imagens produzidas nas manifestações que, em junho e julho de 2013, tomaram as ruas do Brasil, as chamadas Jornadas de Junho. A análise se baseia principalmente no conceito de imagens violentas, de Jost; e na discussão sobre dissenso e partilha do sensível, de Rancière. O artigo defende que as imagens violentas, ao contrário das imagens da violência, ampliam o impacto sofrido por quem as frui. Ao mesmo tempo, por serem produzidas nas ruas, contrapõem-se ao discurso da mídia tradicional e suas narrativas muitas vezes totalizantes. Assim, os registros audiovisuais dos comuns ampliam a possibilidade de dissenso e reforçam a visibilidade do caráter múltiplo dos acontecimentos vividos nas ruas.
A partir de uma percepção de que a noção de mídia social é frequentemente adotada sem questionamento de seu significado, o artigo discute os termos mídia e social para entender os conceitos e seus desdobramentos. Para tal, se volta à... more
A partir de uma percepção de que a noção de mídia social é frequentemente adotada sem questionamento de seu significado, o artigo discute os termos mídia e social para entender os conceitos e seus desdobramentos. Para tal, se volta à semiose peircena, especialmente às ideias de representação, determinação e mediação; à discussão foucaultiana de dispositivo; e à sociologia das associações proposta por Latour (2012), que baseia o desenho teórico do termo social, partindo das acepções de mediador e associação. Com base em tais discussões, analisa brevemente sua relação com a noção de convergência (JENKINS, 2008), especialmente no que tange à ideia de associação, para entender ligações entre as mídias tradicionais, como a
TV e os jornais, e as mídias sociais. Por fim, tendo como
eixo a acepção de associação, aproxima as noções de
mediação em ambientes comunicacionais tanto ao
sentido peirceano de semiose, quanto à noção de social em
Latour, buscando possibilidades de complementariedade, muito
mais do que oposições.
Download (.pdf)
Analisa os rastros que o usuário deixa a partir da permissão aos serviços que usa de que as informações decorrentes de sua navegação sejam reunidas e utilizadas pelas empresas que ofertam tais serviços. Para isso, se volta aos termos de... more
Analisa os rastros  que o usuário deixa a partir da permissão aos serviços que usa de que as informações decorrentes de sua navegação sejam reunidas e utilizadas pelas empresas que ofertam tais serviços. Para isso, se volta aos termos de uso de três serviços de e-mail gratuitamente oferecidos ao público (Hotmail, Gmail e Yahoo) e de três sites de redes sociais online (Facebook, Google+ e Twitter), tendo como critério de seleção sua popularidade. Ainda que diferentes entre si, os termos de uso desses serviços contém linhas gerais semelhantes, que garantem às empresas que os mantêm, por exemplo, os direitos de manutenção das informações mesmo que o internauta opte por excluí-las e a possibilidade de sua utilização pelo site e sua cessão aos órgãos governamentais que as requisitarem, compondo conjuntamente um grande banco de dados virtual sobre todos os cidadãos que acessam tais serviços. Assim, a análise parte da ideia da constituição de um arquivo panóptico em um ambiente de constante conexão.
A cobertura imagética do Jornal Nacional a respeito dos protestos que tomaram as ruas de SP em 2013 privilegiou julgamentos de valor à informação. Essa é a conclusão de uma breve análise de imagens veiculadas no telejornal no período de 6... more
A cobertura imagética do Jornal Nacional a respeito dos protestos que tomaram as ruas de SP em 2013 privilegiou julgamentos de valor à informação. Essa é a conclusão de uma breve análise de imagens veiculadas no telejornal no período de 6 a 18 de junho de 2013. A análise é feita a partir de categorias sígnicas de Peirce, mais especificamente as de ícone, índice e símbolo, e conclui que, enquanto os manifestantes são exibidos queimando, quebrando e pichando a cidade, os policiais são na maior parte das vezes mostrados como pacatos e ordeiros.
Download (.pdf)
A prática da apropriação, recriação e republicação de vídeos é analisada sob a noção de antropofagia, remetendo ao Movimento Antropofágico do Modernismo brasileiro. Assim, relegendas, redublagens, titulações e outras práticas incluídas no... more
A prática da apropriação, recriação e republicação de vídeos é analisada sob a noção de antropofagia, remetendo ao Movimento Antropofágico do Modernismo brasileiro. Assim, relegendas, redublagens, titulações e outras práticas incluídas no universo do remix são vistas como formas de expressão cotidiana daquele para quem a câmera normalmente não se volta.
"Esta pesquisa nasce da problematização do reconhecimento da qualidade da informação por componentes das instâncias de publicação e acesso a conteúdos em ambientes de produsage. A partir de uma perspectiva semiótica, aborda o papel triplo... more
"Esta pesquisa nasce da problematização do reconhecimento da qualidade da informação por componentes das instâncias de publicação e acesso a conteúdos em ambientes de produsage. A partir de uma perspectiva semiótica, aborda o papel triplo que o usuário passa a assumir com a disponibilização de possibilidades típicas dos contextos digitais: além de acessar informações selecionadas por outrem, também lida com seleção da informação recuperada em ambientes on-line e torna-se uma potencial fonte de informações, produzindo e mediando conteúdos. Assim, frequentemente, se aproxima de dinâmicas de apropriação, alteração e republicação de informações, num comportamento que chamamos de
antropofágico. A pesquisa teve como objetivo analisar de que maneira a produsage e a qualidade da informação influenciam-se mutuamente, delineando as lógicas de publicação, compartilhamento e acesso ao conteúdo disponibilizado em blogs e no YouTube. Dentre os resultados, destacamos a especificidade do reconhecimento da qualidade da informação por parte dos produsers que publicam e acessam tais sites, valorizando os aspectos relacionais, a convergência de formatos, a multiplicidade de atores; a percepção de uma dupla enunciação de conteúdos, apropriados e republicados por blogueiros e proprietários de canais com marcas próprias típicas do processo de curadoria; e as influências das ferramentas e plataformas adotadas na publicação tanto no que tange à elaboração do conteúdo, quanto à própria viabilidade dos sites como espaços profissionais.

Palavras-chave: produsage, semiótica, qualidade da informação, blogs, YouTube"
Download (.pdf)
"Muito presente nas definições de informação, a ideia de representação é também a base da semiótica de Charles Sanders Peirce. O texto se propõe a pensar a informação em relação a conceitos que permeiam a semiótica peirceana. Assim, busca... more
"Muito presente nas definições de informação, a ideia de representação é também a base da semiótica de Charles Sanders Peirce. O texto se propõe a pensar a informação em relação a conceitos que permeiam a semiótica peirceana. Assim, busca relacionar informação, semiótica e fluxos digitalizados. Nesse contexto, o usuário convive com a necessidade de alterar seu papel tradicional, de modo a assumir tarefas de produção, publicação, seleção e mediação de informações. Atua como produser (BRUNS, 2008): além de acessar as informações digitalizadas, apropria-se delas, remixa e ressignifica, devora e reconstrói, republica e assume o lugar de mediador.
Abstract The idea of representation is frequently referenced in the definitions of information. It is also the basis of Charles Sanders Peirce's semiotics. This text proposes to consider the information connected to concepts that permeate peircean semiotics. Thus, it relates information, semiotics and digitized content. In this context, the user needs to change their traditional role and perform tasks like information production, publication, selection and mediation. The user acts like a produser (BRUNS, 2008):  access digitalized information, remixes them, republic and become a mediator."
Download (.pdf)
Download (.pdf)
Download (.pdf)
A relação que os portais jornalísticos guardam com as potencialidades específicas da Internet tem sido ponto de debates de vários trabalhos. Pretendemos, neste texto, contribuir para essa análise por meio da comparação do aproveitamento... more
A relação que os portais jornalísticos guardam com as potencialidades específicas da Internet tem sido ponto de debates de vários trabalhos. Pretendemos, neste texto, contribuir para essa análise por meio da comparação do aproveitamento das possibilidades de convergência de recursos multimídia feita por portais e blogs em sua publicação de conteúdo cotidiana. Assim, o artigo compara questões como a inclusão de vídeos, fotografias, recursos sonoros e sua contextualização pelos textos ou a repetição de seu conteúdo neles. Também analisa o aproveitamento dos links como forma de se estabelecerem novas possibilidades de informação.
Download (.docx)
Buscou-se entender como as possibilidades específicas da Internet interferem na produção da informação jornalística em portais brasileiros. A pesquisa tomou por referência a análise da utilização de recursos hipermidiáticos no noticiário... more
Buscou-se entender como as possibilidades específicas da Internet interferem na produção da informação jornalística em portais brasileiros. A pesquisa tomou por referência a análise da utilização de recursos hipermidiáticos no noticiário publicado em três grandes portais: o G1 (http://g1.globo.com/), que integra as Organizações Globo; o Uol (http://www.uol.com.br/), do Grupo Folha; e o Terra (http://www.terra.com.br/), que não tem sua origem relacionada a suportes além da Internet. A pesquisa considerou a paulatina mudança no perfil dos usuários de Internet e constituiu-se na criação, síntese e adequação metodológica aplicada ao ambiente digital com vistas a acompanhar o desenvolvimento, a análise e a tradução intersemiótica da informação jornalística em sua interface digital.
Download (.pdf)
Download (.pdf)
Download (.pdf)
Download (.pdf)
Download (.pdf)
Download (.pdf)
Download (.pdf)
Reflexão sobre as Jornadas de Junho de 2013
Research Interests:
Seria possível falar de um dispositivo da mídia? E da midiatização? O artigo discute a ideia à luz da discussão foucaultinana.
Research Interests:
Download (.pdf)
Seria possível falar de um dispositivo da mídia? E da midiatização? O artigo discute a ideia à luz da discussão foucaultinana.
Research Interests:
Apesar de uma cobertura otimista da mídia, com vários atletas saindo do armário durante a Rio 2016, a homofobia seguiu presente nas ações e políticas públicas.
Research Interests:
Download (.pdf)
A artigo discute a censura às manifestações políticas da Rio 2016 e as táticas utilizadas para contorná-la.
Research Interests:
Download (.pdf)
Apresentação do livro Olimpiadas Rio 2016: midia, politica, humor
Research Interests:
Download (.pdf)
O artigo se propõe a analisar os rastros que o usuário deixa a partir da permissão aos serviços que usa de que as informações decorrentes de sua navegação sejam reunidas e utilizadas pelas empresas que ofertam tais serviços. Para isso,... more
O artigo se propõe a analisar os rastros  que o usuário deixa a partir da permissão aos serviços que usa de que as informações decorrentes de sua navegação sejam reunidas e utilizadas pelas empresas que ofertam tais serviços. Para isso, se volta aos termos de uso de três serviços de e-mail gratuitamente oferecidos ao público (Hotmail, Gmail e Yahoo) e de três sites de redes sociais online (Facebook, Google+ e Twitter), tendo como critério de seleção sua popularidade. Ainda que diferentes entre si, os termos de uso desses serviços contém linhas gerais semelhantes, que garantem às empresas que os mantêm, por exemplo, os direitos de manutenção das informações mesmo que o internauta opte por excluí-las e a possibilidade de sua utilização pelo site e sua cessão aos órgãos governamentais que as requisitarem, compondo conjuntamente um grande banco de dados virtual sobre todos os cidadãos que acessam tais serviços. Assim, a análise parte da ideia da constituição de um arquivo panóptico em um ambiente de constante conexão.
Dividido em três temáticas centrais (Dinâmicas midiáticas da Rio 2016; Gênero, corpo, sexualidade; e Controvérsias sociopolíticas e visibilidades), seus 11 capítulos nasceram de pesquisas realizadas pelos membros do Núcleo de Pesquisa em... more
Dividido em três temáticas centrais (Dinâmicas midiáticas da Rio 2016; Gênero, corpo, sexualidade; e Controvérsias sociopolíticas e visibilidades), seus 11 capítulos nasceram de pesquisas realizadas pelos membros do Núcleo de Pesquisa em Conexões Intermidiáticas (NucCon), da UFMG, e por pesquisadores parceiros.
Download (.pdf)